10 livros de fantasia e sci-fi escritos por autores negros

Mês passado nós começamos a ver uma movimentação bem grande sobre o movimento Vidas Negras Importam. Mas nós sabemos que essas lutas e movimentos não podem ser algo de apenas um mês, é uma luta diária e constante, até que os direitos das pessoas negras sejam garantidos e respeitados.


Pensando nisso, e atendendo a pedidos de mais listas de indicações de livros, bolamos uma lista com 10 livros escritos por autores negros. Literatura é um reflexo da nossa sociedade, mesmo fantasia e sci-fi (fica o lembrete 😉)!


Aqui, deixamos um link para quem quiser saber mais sobre o movimento e formas de ajudar: https://vidasnegrasimportam.changebrasil.org/?gclid=CjwKCAjwi_b3BRAGEiwAemPNU4PrYCXz8HS9ZrY_gJCHxKo8ZSQgKjV69OEjQ7A9JsIEy6KG9NSM3BoCyR0QAvD_BwE


As imagens apresentam links diretos para compra na Amazon, mas se você quiser apoiar a sua livraria local, demos algumas dicas aqui: Como ajudar a sua livraria local em tempos de quarentena.


Livros na lista:

1. Contra Tempo, de Henri B. Neto

2. Se tudo der errado amanhã, de Johnatan Marques

3. A TRILHA: Recomeços, de Mariana Madelinn

4. Sankofia: Breves histórias sobre Afrofuturismo, de Lu Ain-Zaila

5. Belles (Saga Belles Livro 1), de Dhonielle Clayton

6. O Caçador cibernético da Rua Treze, de Fábio Kabral

7. Bruxa Akata, de Nnedi Okorafor

8. A Quinta Estação, de N.K. Jemisin

9. Filhos de sangue e osso (O legado de Orïsha Livro 1), de Tomi

10. Kindred: laços de sangue, de Octavia E. Butler




1. Contra Tempo, de Henri B. Neto

Sinopse: Nicolas Guerra nunca foi de se preocupar muito com as coisas que lhe aconteciam. Todos ao seu redor chamavam isto de imprudência. Ele chamava de não ser neurótico. Entretanto, ao perceber que os seus sentimentos por Eduardo Müller podem não ser os mesmos que nutre por seus outros colegas da República de estudantes onde vive, o rapaz vai se dar conta de que – mesmo contra o seu desejo de evitar problemas - sua vida não está seguindo a trilha considerada “mais fácil”. E, entre os dilemas de ter que lidar com a confusão em sua cabeça e os ataques de um desafeto preconceituoso, Nico vai precisar enfrentar um obstáculo maior do que esperava em seu caminho para ser ele mesmo: o próprio Tempo. “Contra Tempo” é uma divertida história sobre lapso-temporal, amizades fiéis, auto aceitação e (obviamente) romance – do mesmo autor de “Recomeço”, “A Garota” e “Regras da Atração”.

Sobre o autor: Em sua bio do twitter, o autor se define como: “Booktuber Escritor Ilustrador Fã de Literatura pop Autor de Contra Tempo, Reis da Festa, Uma Canção, Natan & Lino, Mundos Secretos, Recomeço e Replay.” Além de encontrá-lo no Twitter @henrib_neto, ele também está no Instagram @henrib_neto e no Youtube Henri B. Neto l BOOKCRUSHES



2. Se tudo der errado amanhã, de Johnatan Marques

Sinopse: "Em uma amostra de seu universo fantástico, Johnatan mostra que ser contaminado pela licantropia é menos prejudicial do que ser fonte de intolerância" - Um Café com Luke

Rubens contrai licantropia e vê seu mundo desabar quando família e amigos viram as costas para ele. Na véspera de Natal, convencido por Omar, ele decide tentar uma reaproximação, mas percebe que as coisas não são tão simples assim para quem é marginal.

Sobre o autor: Em seu site (http://johnatanmarques.com.br/) o autor se apresenta: “Eu nasci em São Paulo, sou formado em Marketing e atualmente trabalho como designer gráfico, além disso sou autor, ilustrador e quadrinista. Você pode me encontrar no twitter comentando sobre coisas aleatórias com os meus amigos ou ver alguns desenhos que compartilho no Meus Olhos São Castanhos.” Além disso, você também pode encontrá-lo no Twitter @mejohncito, Instagram @meusolhossaocastanhos e Behance Johncito.


3. A TRILHA: Recomeços, de Mariana Madelinn

Sinopse: “Você sente como se não se encaixasse nesse mundo? Ou como se faltasse um pedaço? Bom, algumas pessoas realmente não sabem tudo sobre suas vidas. E descobrir isso pode ser... mágico! Te convido pra caminhar com Marylin nessa jornada. Talvez ela perceba o quanto o passado e o presente se misturam em sua história. Melhor: talvez todos nós sejamos peças fundamentais pra salvar uma cultura inteira! Fique atento e não perca o chamado! Seus ancestrais podem estar solicitando que você cumpra uma missão.”

Sobre a autora: No Instagram @madelinnautora, a autora fala sobre si:

“⏺️ Poeta no blog Cantar à Vida (@cantaravida)

⏺️ Escritora de Realismo Fantástico

⏺️ Baiana com dendê, 25y.”

Além disso, você acha ela no Facebook @madelinnautora .



4. Sankofia: Breves histórias sobre Afrofuturismo, de Lu Ain-Zaila

Sinopse: “Sankofia é uma viagem por 12 contos de inspiração afrofuturista que passeiam por várias possibilidades literárias, mesclando, por exemplo, empregadas domésticas e terror social, Maracatu e Sword & Soul, patrimônio histórico e mistério; fantasia, poderes e representatividade, ficção científica e o que nos faz humanos; cultura e mitologia africana.

Enfim... é presente, passado e futuro alinhados sobre palavras nos fazendo viajar por incontáveis mundos.”

Sobre a autora: Lu Ain-Zaila está no Instagram @brasil2408, Facebook @luainzailabr e Twitter @LuAinZaila, onde se define como “Escritora e viajante entre mundos.” Suas obras são: Duologia Brasil 2408 e Sankofia. E agora Ìségún, 1a obra cyberfunk.



5. Belles (Saga Belles Livro 1), de Dhonielle Clayton

Sinopse: Há uma maldição no reino de Orléans. Tempos atrás, o enciumado Deus do Céu castigou todos os cidadãos do reino a nascerem com uma pele acinzentada, olhos avermelhados e cabelos feito palha. Em compensação, a Deusa da Beleza enviou as Belles para ajudar a tornar o mundo bonito outra vez.

As Belles controlam a beleza. Por isso, a cada três anos ocorre um festival. Durante essa celebração, uma nova geração de Belles é apresentada ao público e os reis de Orléans elegem a sua favorita. A escolhida passa, então, a viver no palácio real e tem a incumbência de cuidar da beleza de todos da corte, enquanto as outras são enviadas para trabalhar nas casas de chá espalhadas pelo reino.

Tudo o que Camélia Beauregard mais quer é ser a favorita da rainha. Mas, com o tempo, a jovem Belle irá descobrir que essa cobiçada posição não é tão glamourosa assim. As regras são muito rígidas. A corte é perigosa e cheia de segredos sombrios. Além disso, é preciso lidar com a Princesa Sofia – uma garota ambiciosa e capaz de qualquer coisa para se tornar a mais bonita de todas... Afinal, beleza é poder.

Belles é uma fantasia tão encantadora quanto perturbadora. Com uma escrita ornamentada, Dhonielle Clayton presenteia os leitores com um mundo onde o preço da beleza é levado ao limite, revelando o lado mais obscuro das pessoas.

Sobre a autora: No site da editora Plataforma 21 (que publica os livros da autora no Brasil), ela é definida da seguinte forma: “Dhonielle Clayton cresceu no subúrbio de Washington D.C., no lado de Maryland (Estados Unidos). Ela passou a maior parte da infância com uma pilha de livros na mesa da sala de jantar da avó. Adorava comer cereal com gostinho de mel e limonada cor-de-rosa. Na escola, cobria seus livros com papel pardo e enchia o armário de adesivos. Lápis sempre bem apontados, canetas estranhas e cabeçalhos nas lições de casa também eram uma obsessão. Nerd de carteirinha, ela ia à biblioteca quase todos os dias. Formou-se na Wake Forest University e é mestre em Literatura Infantil pela Hollins University e em Escrita para Crianças pela New School. Dhonielle já perambulou pelo mundo e morou em Londres, Paris e nas ilhas Bermudas. Vive em Nova York, onde pode ser facilmente vista procurando a melhor fatia de pizza.” Ainda, você a encontra no Twitter @brownbookworm, no Instagram @brownbookworm e em seu próprio site https://www.dhonielleclayton.com/


6. O Caçador cibernético da Rua Treze, de Fábio Kabral

Sinopse: “Em O caçador cibernético da rua treze, Fábio Kabral apresenta elementos da mitologia Iorubá em uma aventura futurista de tirar o fôlego. Com uma linguagem contemporânea, o autor cria um universo fantástico rico em detalhes, onde vive um povo melaninado, com visual arrojado e usuário de uma tecnologia avançada. Neste universo, chamado Ketu 3, vive João Arolê, um jovem negro, caçador de aluguel de espíritos malignos. Um personagem complexo, que assim como os deuses africanos é suscetível a incerteza e arca com as consequências de viver em um mundo em que bem e mal não pertencem a dimensões distintas. João tem crises de consciência, dúvidas e insônias. Tenta compensar as mortes que causou como forma de se livrar das consequências dos seus atos. Uma oportunidade de redenção surge quando uma série de assassinatos envolvendo celebridades de Ketu Três faz seu povo precisar de um herói que possa solucionar esta questão. O que João não sabe é que sua tentativa de redenção o colocará frente a frente com questões mal resolvidas do seu passado, personificadas em um caçador vingativo, que o reencontra para um derradeiro acerto de contas.

Ao apropriar-se dos códigos do Afrofuturismo para narrar a emocionante trajetória de João Arolê, Fábio Kabral nos ensina sobre a cultura negra, os deuses e a ancestralidade, e nos oferece uma ótima história, daquelas que continuam nos acompanhando após a leitura. Um livro de aventura personalíssimo de deuses, heróis e monstros, que todo leitor apaixonado por aventura e fantasia merece conhecer.”

Sobre o autor: Em seu site (https://fabiokabral.wordpress.com), o autor coloca uma pequena biografia: “Fábio Kabral é escritor. Autor dos romances “Ritos de passagem” (Giostri, 2014), “O Caçador Cibernético da Rua 13” (Malê, 2017) e “A Cientista Guerreira do Facão Furioso” (Malê, 2019). Escreve artigos e ensaios sobre afrofuturismo publicados em livros, revistas, reportagens, jornais e blogs. Debate sobre afrofuturismo e afrocentricidade, mitologia e ancestralidade, ficção científica e fantasia em palestras, oficinas, rodas de conversa, podcasts e vídeos na plataforma YouTube. Junto com Karolina Desireé, ministra oficinas de escrita e de criação afrofuturista nas redes SESC e Fábricas de Cultura da Grande São Paulo. Cofundador do site “O Lado Negro da Força”, que promove e fomenta a presença negra na cultura pop. Candomblecista iniciado no Ilê Oba Às̩e̩ Ogodo. Ator formado pela Casa das Artes de Laranjeiras (CAL) e estudou Letras na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e na Universidade de São Paulo (USP).” Além do site, Fábio pode ser encontrado no Twitter @Ka_Bral, Instagram @ka_bral e Facebook @okabral.


7. Bruxa Akata, de Nnedi Okorafor

Sinopse: “Carinhosamente apelidado de Harry Potter nigeriano, Bruxa Akata tece uma trama de magia e mistério, repleta de mitologia africana. Uma história de amizade, superação e sobre como achar seu lugar no mundo. Sunny tem 12 anos e sempre viveu na fronteira entre dois mundos. Filha de nigerianos, nasceu nos Estados Unidos e é albina. Uma pária, incapaz de passar despercebida. O sol é seu inimigo. Castiga a pele e a expõe aos olhares curiosos. Parece não haver lugar onde ela se encaixe. É sob a lua que a menina se solta, jogando futebol com os irmãos. E então ela descobre algo incrível – na realidade, ela é uma pessoa-leopardo em um mundo de ovelhas. Sunny é alguém com um talento mágico latente, é uma agente livre. Uma pessoa com poderes que nasceu de pais comuns. Logo ela se torna parte de um quarteto de estudantes mágicos, pesquisando o visível e o invisível, aprendendo a alterar a realidade, sendo escolhida por um mentor e conseguindo, enfim, sua faca juju — com a qual é capaz de fazer seus feitiços. Mas isso será suficiente para que encontrem e impeçam um assassino em série que está matando crianças? Um homem perigoso com planos de abrir um portal e invocar o fim do mundo?”

Sobre a autora: No site da Editora Record (que publica os livros da autora no Brasil), há uma pequena biografia: “Nnedi Okorafor nasceu nos Estados Unidos de pai e mãe imigrantes igbo (nigerianos). Possui ph.D. em Inglês e é professora associada de escrita criativa, atualmente dá aulas na Universidade de Buffalo. Foi vencedora de diversos prêmios por seus contos e livros para jovens adultos: seu primeiro romance publicado para adultos, Quem teme a morte, venceu o Prêmio World Fantasy na categoria Melhor Romance; e Binti levou o Hugo Award e o Nebula Award de Melhor Novela de 2016. Nnedi vive em Illinois com sua filha, Anyaugo, e sua família.” Além disso, a autora está presente no Twitter @Nnedi, Instagram @nnediokorafor, Facebook Nnedi Okorafor e seu site http://www.nnedi.com/?fbclid=IwAR1bRIJ5Tfj8mQJeFpvSv2dzchAk-UBP39UBq8rFu_MKCADkaPmOoaUfcwQ.


8. A Quinta Estação, de N.K. Jemisin

Sinopse: “Vencedor do Hugo Awards

É ASSIM QUE O MUNDO TERMINA. PELA ÚLTIMA VEZ.

Três coisas terríveis acontecem em um único dia: Essun volta para casa e descobre que seu marido assassinou brutalmente o próprio filho e sequestrou sua filha. Sanze, o poderoso império cujas inovações têm sido o fundamento da civilização por mais de mil anos, colapsa frente à destruição de sua maior cidade pelas mãos de um homem louco e vingativo. E, no coração do único continente, uma grande fenda vermelha foi aberta e expele cinzas capazes de escurecer o céu e apagar o sol por anos. Ou séculos.

Mas esta é a Quietude, lugar há muito acostumado à catástrofe, onde os orogenes - aqueles que empunham o poder da terra como uma arma - são mais temidos do que a longa e fria noite. E onde não há compaixão.”

Sobre a autora: Quem publica a autora no Brasil é a Editora Morro Branco. No site, achamos o seguinte sobre a autora: “N. K. Jemisin é uma autora nova iorquina, cujas histórias foram nomeadas diversas vezes aos maiores prêmios de ficção científica e fantasia do mundo, incluindo o Nebula, Locus e World Fantasy Award. Em 2016, se tornou a primeira pessoa negra a receber o Hugo na categoria principal por seu livro “A Quinta Estação”.

Jemisin é considerada uma das mais importantes vozes da ficção especulativa atual, por construir universos ricos e complexos, que vão da fantasia à ficção científica. Suas obras falam sobre justiça social, preconceito, violência e a multiplicidade do comportamento humano.

Além de escritora, Jemisin é blogueira política, feminista e antirracista. Atualmente escreve a coluna “Otherworldly” para o New York Times.” Ainda, encontramos a autora no Twitter @nkjemisin, no Facebook Nora Jemisin e no site da própria autora http://nkjemisin.com/


9. Filhos de sangue e osso (O legado de Orïsha Livro 1), de Tomi Adeyemi

Sinopse: “Zélie Adebola se lembra de quando o solo de Orïsha vibrava com a magia. Queimadores geravam chamas. Mareadores formavam ondas, e a mãe de Zélie, ceifadora, invocava almas.

Mas tudo mudou quando a magia desapareceu. Por ordens de um rei cruel, os maji viraram alvo e foram mortos, deixando Zélie sem a mãe e as pessoas sem esperança.

Agora Zélie tem uma chance de trazer a magia de volta e atacar a monarquia. Com a ajuda de uma princesa fugitiva, Zélie deve despistar e se livrar do príncipe, que está determinado a erradicar a magia de uma vez por todas.

O perigo espreita em Orïsha, onde leopanários-das-neves rondam e espíritos vingativos aguardam nas águas. Apesar disso, a maior ameaça para Zélie pode ser ela mesma, enquanto se esforça para controlar seus poderes — e seu coração.

Filhos de sangue e osso é o primeiro livro da trilogia de fantasia baseada na cultura iorubá O legado de Orïsha e está sendo adaptado para o cinema”

Sobre a autora: No site da Editora Rocco (que publica os livros da autora no Brasil), encontramos o seguinte sobre ela: “Tomi Adeyemi, 24 anos, é uma autora nigeriana-americana e coach de escrita criativa que vive em San Diego, Califórnia. Depois de se graduar com honras em Literatura de língua inglesa pela Universidade de Harvard, estudou mitologia, religião e cultura africana em Salvador, no Brasil. Quando não está trabalhando nos seus romances ou vendo videoclipes da banda BTS, pode ser encontrada postando sobre escrita criativa em tomiadeyemi.com” Ainda, é possível encontrar a autora no Twitter @tomi_adeyemi, Instagram @tomiadeyemi, Facebook @tadeyemibooks e no site da autora: https://www.tomiadeyemi.com/


10. Kindred: laços de sangue, de Octavia E. Butler

Sinopse: “Em seu vigésimo sexto aniversário, Dana e seu marido estão de mudança para um novo apartamento. Em meio a pilhas de livros e caixas abertas, ela começa a se sentir tonta e cai de joelhos, nauseada. Então, o mundo se despedaça.Dana repentinamente se encontra à beira de uma floresta, próxima a um rio. Uma criança está se afogando e ela corre para salvá-la. Mas, assim que arrasta o menino para fora da água, vê-se diante do cano de uma antiga espingarda. Em um piscar de olhos, ela está de volta a seu novo apartamento, completamente encharcada. É a experiência mais aterrorizante de sua vida... até acontecer de novo. E de novo.Quanto mais tempo passa no século XIX, numa Maryland pré-Guerra Civil – um lugar perigoso para uma mulher negra –, mais consciente Dana fica de que sua vida pode acabar antes mesmo de ter começado. “Impossível terminar de ler Kindred sem se sentir mudado. É uma obra de arte dilaceradora, com muito a dizer sobre o amor, o ódio, a escravidão e os dilemas raciais, ontem e hoje” – Los Angeles Herald-Examiner”

Sobre a autora: Quem publica os livros da autora no Brasil é a Editora Morro Branco, que fala sobre a autora em seu site: “Octavia E. Butler, nascida em 1947, é uma das mais aclamadas autoras de ficção científica e desde 1976 surpreende o mundo com seus romances de ambientações impactantes, personagens densos e dinâmicas que refletem os nossos problemas sociais mais intrincados. Apesar de enfrentar muito preconceito em uma área dominada por homens brancos, foi a autora que abriu caminho para que outras prosperassem na ficção especulativa e um dos nomes mais fortes quando se fala em afrofuturismo.

Ao longo de sua carreira, recebeu prêmios como o Hugo, o Nebula e o Locus, além da honrosa MacArthur Fellowship, concedida a americanos que tenham realizações excepcionais em suas áreas. Em 2010, quatro anos após sua morte, entrou para o Hall da Fama da ficção científica, em Seattle.” A autora faleceu em 2006, mas tem perfis no Instagram @octaviaebutler, Facebook @OctaviaButlerAuthor, Twitter @OctaviaEButler e um site (https://www.octaviabutler.com/ ) que são administrados pela sua família.


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